Paulo Goulart e Nicette Bruno

Admiro o amor... O amor parceiro, aquele vivo, florido, o amor para toda hora.
Admiro. Admiro a companhia, a parceria, o conviver bem.
Admiro, acredito e vivo... Amor para sempre!

Ele se foi. Deixou seu amor, sua companheira de 60 anos. Deixou um amor maiúsculo (daquele que buscamos), um amor "eterno enquanto dure".

Sim, porque o amor é possível!
Segurar a mão do outro todos os dias, é possível.
Conservar, renovar, amar de novo, amar cada dia mais... É possível.
Sorrir junto. Chorar também. 
 (...)
Mas hoje, o chorar fez-se  incompleto.
Ele se foi. 
Foi em carne, porque o amor...
... Ah, o amor vive!


"No amor, um mais um é igual a um." (Jean-Paul Sartre)"

Paulo Goulart 
09/01/1933
13/04/2014


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